sábado, 21 de junho de 2014

5 Curiosidades sobre a camisinha

Preservativos bizarros
A campeã é a que brilha no escuro. 
As coloridas e as com textura, que aumentam a zona de atrito sem machucar, são as mais comuns entre as diferentonas. 


Tem também as com a imagem da banda Kiss e do Obama e outra com um anel fosforescente que indica o lado de colocar. 

Em alguns sites é possível customizar a embalagem, colocando a sua foto, por exemplo.

Sensibilidade
A camisinha tira a sensibilidade, minimamente, porque diminui a área de atrito entre o pênis e a vagina. 

Camisinhas mais grossas são inclusive prescritas no tratamento de ejaculação precoce. Para maioria, os modelos ultrafinos de hoje tornam o efeito imperceptível.

Camisinha com sabor
Camisinhas com sabor não engordam, porque não tem calorias, apenas um tipo de flavorizante. 

Já os géis, as calcinhas e as cuecas comestíveis, feitas de gelatina, podem conter até 10 calorias, quantidade incapaz de causar ganho de peso ou obrigá-lo a maneirar na pizza. O gasto calórico do ato sexual compensa o que se ingere.

Escapulida
Se a camisinha escapar dentro do canal vaginal, ela não pode chegar ao útero. Mas o esperma que há dentro dela chega. O orifício de comunicação do útero com a vagina é muito estreito. A camisinha que escapou fica no canal – se não puder ser retirada com o dedo (limpo), é preciso ir até o médico para que ele a remova.

Alergia
Elas podem desencadear o processo em pessoas alérgicas ao látex. “Mas não é muito comum. Quando surge a irritação, normalmente é porque a camisinha escolhida não se adapta bem ao pênis e gera atrito”, diz Wagner Ávila, urologista da Sociedade Brasileira de Urologia. 

Alguns lubrificantes e componentes que dão sabor também podem causar o problema. 
Algumas marcas produzem uma linha antialérgica, que leva, no lugar do látex, o poliisopreno, uma borracha sintética.

Fonte: Super Interessante: 101 perguntas curiosas sobre sexo. São Paulo: Editora Abril, Agosto de 2012.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Camisinhas: Como são testadas pelos fabricantes

Elas enfrentam verdadeiras sessões de tortura. 
A borracha sofre um processo de vulcanização para ficar ultra elástica sem perder a resistência, e recebe compostos químicos. 
Depois é colocada sobre moldes de vidro e seca. Todas são testadas eletronicamente. Outras são escolhidas aleatoriamente para passar por mais testes – se uma é reprovada, o lote vai junto.

Eletrocutadas
Todas passam por uma máquina que aplica nelas uma corrente elétrica. Se a energia não percorrer a superfície, sinal de que não há furinhos. As reprovadas são descartadas.

Infladas
Outro teste é o de insuflação: a camisinha tem que aguentar mais de 25 litros de ar. 

Se estourar em algum momento do processo, já foi tarde.


Afogadas
Elas recebem água e são torcidas na ponta para o líquido não escapar. Depois, são enroladas em papel absorvente. Se ele umedecer, é porque as candidatas são uma furada.

Cozidas
Dentro de uma estufa de camisinhas, 72 horas passam devagar: equivalem a cinco anos de vida delas. É o teste de envelhecimento ou durabilidade.

Fonte: Super Interessante: 101 perguntas curiosas sobre sexo. São Paulo: Editora Abril, Agosto de 2012.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Operação de troca de sexo

O termo cientifico correto é cirurgia de transgenitalização, porque ninguém entra em um hospital com um sexo e sai com outro.

Fora a operação genital, existem várias outras de adequação para mudar a fisionomia do rosto, tornando-o mais feminino ou masculino; modificar o contorno do tórax, retirando as mamas ou implantando próteses de silicone; eliminar o pomo de adão nos homens.

Estima-se que sejam realizadas aproximadamente 50 transgenitalizações feminilizantes por ano no Brasil pelo SUS (Sistema Único de Saúde). As masculinizantes são raras. 

Nos dois casos, antes de conseguir autorização, é preciso ter mais de 21 anos e passar por um acompanhamento médico e psicológico por dois anos.

De homem para mulher:
O cirurgião faz um corte no saco escrotal e no pênis, tomando cuidado para não prejudicar o sistema urinário, que é encurtado.
O tecido cavernoso e os testículos, responsáveis pela produção dos hormônios masculinos, são removidos. O clitóris é construído com base na glande, o prepúcio gera os pequenos lábios, o escroto se transforma nos grandes lábios.
A neovagina é feita com a inversão da pele da haste peniana. Usa-se um alargador para modelar o canal.

De mulher para homem:
A ingestão prévia de testosterona diariamente provoca o crescimento do clitóris, que atinge 6 centímetros, em média. Vai depender de cada organismo.
O neopenis é despregado do púbis e o canal da uretra é prolongado com tecido da própria vagina. A partir daí, o paciente consegue urinar em pé. O funcionamento é normal, com ereção e sensibilidade preservadas – mas o tamanho, bem pequeno, dificulta a penetração.
Os grandes lábios viram testículos e envolvem próteses redondas de silicone. Dá para construir o pênis com enxertos do corpo e uma prótese.

No livro o Cérebro em Transformação (Editora Objetiva), Suzana Herculano-Houzel, bióloga e neurocientista do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, diz que estudos demonstram semelhanças entre o cérebro de pessoas com a mesma preferência sexual. O hipotálamo delas responderia de maneira idêntica aos feromônios.

Até onde a ciência sabe, a preferência é determinada no começo da gestação por fatores biológicos, e não apenas genéticos. 

Mulheres e homens gays, por exemplo, teriam certas estruturas cerebrais, ligadas à sexualidade, iguais.

Portanto, o processo aconteceria ainda no útero e, durante a adolescência, o amadurecimento do cérebro levaria ao reconhecimento da sexualidade. 

Para a psicologia, não há consenso.

O que se afirma atualmente é que não se trata de uma opção, e sim de uma orientação sexual, assim como a bissexualidade e a heterossexualidade, explica a psicoterapeuta Sâmara Jorge, de São Paulo. O Conselho Federal de Psicologia estabeleceu, em 1999, que não se trata de distúrbio nem de perversão.

Fonte: Super Interessante: 101 perguntas curiosas sobre sexo. São Paulo: Editora Abril, Agosto de 2012.

sábado, 26 de abril de 2014

Aparelhos ortodônticos

Em grego, a palavra orthós significa correto, reto, direito. Odóntos, por outro lado, nada mais é do que dente. As duas se unem para formar a expressão ortodontia e não é à toa.
A função do aparelho é aplicar uma força para movimentar os dentes e até mesmo modificar a forma dos ossos maxilares.

O tratamento ortodôntico, além de corrigir a postura dos dentes, deixa as pessoas mais satisfeitas consigo próprias. Portanto, mais felizes.

O aparelho ortodôntico removível é preventivo, realizando pequenos movimentos para, por exemplo, aproximar dois dentinhos e garantir espaço para que os demais dêem o ar da sua graça na posição normal. O seu uso exige disciplina. É usado nas crianças.

Os aparelhos fixos são ideais para os pré-adolescentes, adolescentes e adultos. Nessa altura do campeonato o organismo já está desenvolvido ou quase desenvolvido.
Em alguns casos, é necessário extrair alguns dentes para que se chegue a um resultado harmônico.

Modelos de aparelhos:
Estético é de cerâmica, de uma cor que se assemelha à do dente. Ou transparente, de plásticos especiais. São pretensamente estéticos porque aparecem nas fotos. No caso das mulheres, ficam manchados de batom. Além de serem mais caros, os aparelhos estéticos têm uma movimentação mais delicada. O ortodontista precisa de um tempo maior de manipulação e há alguns riscos na hora de removê-lo.

O modelo convencional, de aço inoxidável, além de mais barato, rápido e eficiente, se quebra com menos facilidade e a sua higiene é mais tranquila, além de não causar situações de constrangimento em público.

Técnica lingual é um bráquete de metal que fica por dentro da boca. Esse é estético. No entanto, causa muita dor. É como a língua permanecesse encaixada dentro dele. Aí ela vive cortada. Como não é possível fazer uma boa higienização, o índice de cárie é altíssimo. Quem usa esse aparelho tem dificuldade de beijar.

Invisalign é uma técnica importada. Nela, o caso é analisado por meio de um computador, que recorta o número de movimentos que o dente vai ter de fazer até alcançar o seu canto certo. Daí, uma série de placas duras e transparentes é fabricada para induzir essa movimentação. É indicada para quadros menos problemáticos, porém seu recurso é caríssimo.

Aparelho extrabucal vai por fora da boca, desempenhando uma função muito importante quando é preciso empurrar o molar lá para trás a fim de reacomodá-lo. Como causa constrangimento, é recomendado o seu uso dentro de casa. 

Em compensação, quando bem usado, o aparelho extrabucal é rápido, eficiente e excelente para a criança em fase de desenvolvimento. Mas tenha cuidado, pois pode atrair raios em dia de chuva.

Importante:

Se os pais possuem dentes mal posicionados, o mesmo pode ocorrer com os filhos. É pura genética. Alimentos pastosos prejudicam a articulação dos músculos da face, prejudicando o desenvolvimento das arcadas. O bico da mamadeira, a chupeta e outros hábitos também podem ter culpa nessa história.

Problemas na gengiva também podem acarretar dentes mal posicionados.
Haverá um leve incômodo na primeira semana, principalmente após a instalação de um aparelho fixo, porque o indivíduo sente a movimentação dos dentes.

Não existe um período determinado para ficar com o aparelho. Vai depender de cada caso. Mais de quatro anos, o tratamento é excessivo.

Fonte: BIBANCOS, Fábio. Boca!: Tudo o que você precisa saber para ter um sorriso saudável. São Paulo: Editora Abril, 2005.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

TPM: O tormento mensal

Com certeza você percebeu que durante alguns dias do mês, de repente, você chora por tudo, sente-se mal, como se estivesse ficando doente e ainda por cima inchada.

Fique tranquila: trata-se da tensão pré-menstrual (TPM), definida como o conjunto de sintomas físicos e psíquicos que acontecem alguns dias antes da chegada da menstruação.

Os sintomas mais frequentes são inchaço, dor de cabeça e lombar, sensação dolorosa nos seios, enjoos, vômitos, indisposição e mal-estar geral.

Do ponto de vista psicológico, suas manifestações vão desde a irritabilidade até a depressão, passando por alterações do sono e do apetite. Sua aparição está diretamente relacionada com as mudanças hormonais, produzidas ao longo do ciclo menstrual.

Atualmente, não existe medicação concreta para a TPM como tal. Portanto, o melhor que você pode fazer é tentar torná-la mais suportável, introduzindo mudanças em seu estilo de vida durante esses dias. Exercícios físicos e a ingestão de determinados alimentos demonstram influenciar, notadamente, a melhora dos sintomas.

Lembrando que, o mais importante de tudo, e antes de adotar qualquer medida, é que consulte um ginecologista e ponha em prática seus conselhos.

Dicas para sobreviver a TPM:
Tenha uma espécie de diário-calendário no qual anote em qual momento do mês sobre essas alterações e tente reduzir aquelas atividades que tenham um componente mais emocional.

Se, de repente, tiver desejos de se comportar de forma extrema e lembrar-se que está “naqueles dias”, faça de tudo para reprimir-se.
Se perceber que a irritação se prolonga além desses dias prévios à menstruação, consulte seu médico, pois pode se tratar de uma depressão encoberta por esses sintomas.

Tenha uma alimentação saudável, ricos em vitamina D (verduras) e cálcio (leite).

Reduza o consumo de sal e evite bebidas alcoólicas.

Aumente a ingestão de fibras.

Consuma sem medo alimentos diuréticos (melancia, melão, alcachofra) que ajudam a aliviar a sensação de inchaço.


Coma soja e seus derivados (leite, suco, tofu, carne, chocolate, iogurte).

Fonte: Sexo na adolescência: Descobrindo as garotas. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Masturbação

Embora muitos jovens descubram essa prática na puberdade, a verdade é que desde bebês, quando suas mãos chegam aos genitais, costumam demorar mais tempo nessa região do corpo, devido ao prazer que sentem de forma totalmente inconsciente. 

É na adolescência, devido ao efeito que os hormônios produzem no organismo masculino, que a masturbação adquire seu sentido de autossatisfação sexual. 

A razão pela qual a masturbação é tão prazerosa é que, por meio dela, chega-se ao orgasmo, com o qual se produz a liberação de endorfina (chamada de “hormônio do bem-estar”), que desencadeia um estado de relaxamento e diminuição da ansiedade.

No entanto, essa forma de autossatisfação sempre esteve rodeada de uma onda de vergonha e é um dos temas da sexualidade juvenil que segue sendo considerado tabu. 

Uma das razões é que se trata de um ato que tradicionalmente foi qualificado como negativo ou pecaminoso (pelas religiões), embora nesse sentido os tempos tenham mudado.

A principal motivação que leva à masturbação na puberdade é a curiosidade pelo próprio corpo e o desejo de desfrutar de um prazer intenso. De fato, costuma ser a primeira forma na qual se experimenta o orgasmo. 

Com os anos, costuma-se recorrer à masturbação como uma válvula de escape para a ansiedade e as tensões.
É comum que a prática da masturbação seja realizada na intimidade e também que venha acompanhada de certa dose de medo ou temor de ser descoberto por algum familiar. Há apenas uma verdade: os desejos de autossatisfação são inatos.

Curiosidades:
É natural que os adolescentes comecem a descobrir o que gostam ou não nas relações sexuais por meio da masturbação.
Alguns estudos científicos apontam que a prática da masturbação pode prevenir algumas doenças relacionadas com o aparelho genital, porque serve para liberar a quantidade de toxinas acumuladas no corpo.

Outros especialistas assinalam que essa prática sexual pode contribuir para manter a libido ou a energia sexual em bons níveis, afinal, permite liberar sensações como a frustração ou irritabilidade, que podem ser obstáculos para desenvolver uma sexualidade saudável.

Também há evidências de que a masturbação favorece a autoconfiança no âmbito sexual (devido ao maior conhecimento do próprio corpo) e também contribui para conseguir um maior domínio dos impulsos sexuais.

No caso das garotas, estudos assinalam que a masturbação poderia contribuir para diminuir os incômodos típicos da menstruação, ao produzir um relaxamento muscular da zona genital.

Fonte: Sexo na adolescência: Descobrindo os garotos. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011.